quinta-feira, 2 de abril de 2015

Identidades juvenis


Resultado de imagem para ADOLESCENTE- DESENHOObjetivo: Buscar compreender os mecanismos ideológicos na construção da identidade do jovem e como a sociedade interfere nas suas escolhas pessoais e na identificação com um padrão estabelecido.

O adolescente começa a formar um conceito de si mesmo

Através do convívio social, o adolescente começa a formar um conceito de si mesmo iniciando então o processo de socialização com pessoas da mesma idade, é a fase da socialização, das atividades realizadas principalmente em grupos com os quais se identificam mais. O conflito com os pais, o exagero ao criar um estilo próprio de se vestir e de relacionar-se, são formas de comportamento criados como símbolos de libertação, de autonomia e afirmação e também, uma maneira de chamar a atenção sobre si.

Resultado de imagem para ADOLESCENTE- DESENHONessa constante busca do se "eu", muitas vezes se agarra a fantasias, mecanismos de defesa, ansiedades, depressões, que acabam levando o adolescente a constantes mudanças de humor e frequentes mudanças de idéias e atitudes . Pela manhã quer uma coisa, à noite seu desejo já é outro bem diferente. Assim, muitas vezes são incompreendidos e tachados de inconsequente, egoístas e volúveis. O egocentrismo faz parte do cotidiano do adolescente como forma de impor a aceitação dos outros.
Buscam suas referências nos adultos mais próximos, em seus ídolos artísticos , professores ou outras pessoas que admiram ou em alguns casos de rebeldia, acabam se espelhando naqueles que a família reprova. Discordar dos valores impostos pela sociedade é uma atitude constante da adolescência.
Resultado de imagem para ADOLESCENTE- DESENHOMas não são só as transformações psicológicas que causam conflitos na adolescência. Também as mudanças físicas assustam. Nesse período surgem os sentimentos de inferioridade são comuns diante da alteração de voz, surgimento de pelos pubianos e axilas, mudanças anatômicas no nariz. As meninas muitas vezes sentem constrangimento diante do crescimento dos seios, a primeira menstruação. É o reflexo no espelho que mostra a despedida da infância, porém o adulto ainda não chegou.

Aí vem a pergunta: Quem sou eu? A resposta vem na seguinte forma: O adolescente é um ser especial por estar vivendo grandes transformações hormonais que influenciam totalmente nas mudanças psicológicas e físicas.

Mesmo sem identidade definida certamente a adolescência é o momento mais mágico da vida, onde se vive várias emoções ao mesmo tempo, únicas, especiais dessa fase, que passa rápido dando lugar a maturidade e uma formação de caráter, que para se consolidar de forma positiva precisa muito da mediação da família, principalmente dos pais principalmente em forma de diálogo, na estruturação de valores.
fonte: http://www.diariofeminino.com/psicologia/autoajuda/materias/identidade-adolescencia/

ASSISTA AO VÍDEO:


ATIVIDADE PROPOSTA: 

TEXTO 1

“Espelho, espelho meu, existe alguém ..."

Resultado de imagem para ADOLESCENTE- DESENHOA adolescência é a fase da formação da identidade do jovem, de descobertas e também da busca do autoconhecimento. Ter uma identidade formada está relacionado á aquisição de valores, princípios e conceitos, capazes de modificar comportamentos, porém, na adolescência nada é estável nem definitivo, o que provoca conflitos na personalidade do jovem. As descobertas na vida do adolescente são como portas abertas para uma ampla visão do mundo, por isso é de grande importância o acompanhamento e a orientação da família e da sociedade para os perigos oferecidos pelo mundo. Grande parte dos adolescentes já fez essa pergunta: Afinal, quem realmente sou? As dúvidas nessa idade são freqüentes e as respostas, sempre bem contraditórias. A necessidade de autoconhecimento está relacionada com a velocidade das modificações físicas e psicológicas que ocorrem com cada adolescente. Portanto, o processo de formação do adolescente consiste na busca da identidade e da personalidade, além da necessidade de autoconhecimento. 

A proposta de atividade é que você defenda um posicionamento claro e bem fundamentado sobre o seguinte tema: "ADOLESCENTE UM SER EM FORMAÇÃO".

FONTE: https://www.ufmg.br/online/arquivos/anexos/A%20Ariene1.pdf

Programas Sociais do Governo Brasileiro

Cadastro Único para Programas Sociais - CadÚnico

O Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico) é um instrumento de coleta de dados e informações com o objetivo de identificar todas as famílias de baixa renda existentes no país, afim de incluí-las nos programas sociais do Governo Federal como o Bolsa Famíllia, Projovem Adolescente/Agente Jovem, Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (Peti), Tarifa Social de Energia Elétrica e outros. Além disso, o CadÚnico também é utilizado para conceder a isenção de pagamento de taxa de inscrição em concursos públicos realizados no âmbito do Poder Executivo Federal. As informações contidas no CadÚnico podem ser utilizadas pelos governos municipais, estaduais e federal.

Quem pode se cadastrar?

Podem se cadastrar no CadÚnico as famílias que tenham renda mensal de até meio salário mínimo por pessoa. Aquelas famílias que tenham renda superior a meio salário mínimo poderão ser incluídas no CadÚnico, desde que sua inclusão esteja vinculada à seleção ou ao acompanhamento de programas sociais implementados pela União, estados ou municípios.

Bolsa Família 
Programa Bolsa Família foi desenvolvido pelo Governo Federal em 2003 para atuar em conjunto com o Fome Zero. A ele foram integrados outros programas federais como o Bolsa Escola, Cartão Alimentação, Auxílio Gás e Bolsa Alimentação. O Bolsa Família foi criado para apoiar as famílias em situação de pobreza (com renda mensal por pessoa de R$ 60,01 a R$ 137,00) e extrema pobreza (com renda mensal por pessoa de até R$ 69,00), garantindo a elas o direito à alimentação e o acesso à educação e à saúde por meio de transferência direta de verba à família, sob a condição de que estas famílias mantenham seus filhos na escola e vacinados.

Como funciona?

Para fazer parte do Programa Bolsa Família, as famílias devem possuir renda mensal de até R$ 137,00 (cento e trinta e sete reais) por pessoa e estarem devidamente cadastradas no Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico).

Benefício de Prestação Continuada de Assistência Social (BPC) 

O Benefício de Prestação Continuada de Assistência Social - BPC, é um direito garantido por lei (Constituição Federal de 1988 e regulamentado pela Lei Orgânica de Assistência Social – LOAS, Lei nº 8.742, de 7 de dezembro de 1993). O benefício consiste em pagamento mensal de 1 (um) salário mínimo a idosos com mais de 65 anos de idade e a pessoas portadoras de deficiência, de qualquer idade, que comprovem ter renda per capita inferior a 1/4 de salário mínimo. Por se tratar de um benefício da assistência social não é preciso ter contribuído para a Previdência Social para ter acesso a ele. O BPC é pago com recursos do Ministério de Desenvolvimento Social e Combate à Fome - MDS alocados no Fundo Nacional de Assistência Social - FNAS. O Benefício de Prestação Continuada pode ser concedido a mais de um membro da família, desde que a renda familiar seja inferior a 1/4 do salário mínimo vigente. Por não se tratar de uma aposentadoria, é necessário fazer uma reavaliação a cada dois anos para que se verifique se as condições do beneficiário continuam as mesmas. Sendo confirmadas, o benefício continuará sendo pago e se for constatado que o beneficiário não mais atende aos critérios de concessão do BPC, o benefício pode ser suspenso e/ou encerrado.

Programa de Erradicação do Trabalho Infantil - PETI
O Programa de Erradicação do Trabalho Infantil - PETI é um programa do Governo Federal de transferência direta de renda para famílias de crianças e adolescentes envolvidos no trabalho infantil.




Como funciona?

Com o objetivo de acabar com o trabalho infantil, o PETI concede uma bolsa às famílias com crianças e adolescentes, com idade entre 7 e 15 anos, envolvidos em atividades consideradas como as piores formas de trabalho infantil, assim, a bolsa visa substituir a renda que essas crianças levavam para casa.As atividades consideradas como as piores formas de trabalho infantil foram regulamentadas pela Portaria nº 20, de 13 de setembro de 2001, da Secretaria de Inspeção do Trabalho, do Ministério do Trabalho e Emprego. Entre elas, podem ser citadas as atividades em carvoarias, olarias, no corte de cana-de-açúcar, nas plantações de fumo e lixões.

Para o recebimento da bolsa do PETI, as famílias comprometem-se a:
  • matricular os filhos na escola;
  • garantir a frequência mínima de 75% na escola e na jornada ampliada;
  • manter afastadas as crianças e adolescentes menores de 16 anos do trabalho;
  • participar das ações socioeducativas e de ampliação e geração de renda que lhes forem oferecidas.
Valor da Bolsa

O valor da bolsa depende da atividade que a criança ou adolescente realizava. Para aquelas que exerciam atividades típicas da área urbana, a bolsa mensal é no valor de R$ 40 por criança e para as que exerciam atividades típicas da área rural recebem R$ 25 ao mês, para cada criança cadastrada. O MDS considera como área urbana somente as capitais, regiões metropolitanas e municípios com mais de 250 mil habitantes. Além da bolsa, o programa destina R$ 20 nas áreas rurais e R$ 10 nas áreas urbanas (por criança ou adolescente) à denominada Jornada Escolar Ampliada, para o desenvolvimento, em período extracurricular, de atividades de reforço escolar, alimentação, ações esportivas, artísticas e culturais.

Projeto Agente Jovem

O Projeto Agente Jovem de Desenvolvimento Social e Humano é um programa do Governo Federal voltado a jovens de 15 a 17 anos em situação de risco e vulnerabilidade social, pertencentes a famílias de baixa renda, isto é, com renda per capita de até meio salário mínimo, inscritas no Cadastro Único. O Projeto Agente Jovem tem por objetivo o desenvolvimento pessoal, social e comunitário desses jovens. Para isso, o projeto proporciona capacitação teórica e prática, por meio de atividades que não configuram trabalho, mas que possibilitam a permanência do jovem no sistema de ensino com uma formação cidadã preparando-os para futuras inserções no mercado de trabalho e para atuação na comunidade. 

Quem pode participar: Jovens com idade entre 15 e 17 anos nas seguintes situações:

  • que, prioritariamente, estejam fora da escola;
  • que participem ou tenham participado de outros programas sociais (medida que dá cobertura aos adolescentes e jovens oriundos de outros Programas, como o da Erradicação do Trabalho Infantil, também promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome);
  • que estejam em situação de vulnerabilidade e risco pessoal e social;
  • que sejam egressos ou que estejam sob medida protetiva ou socioeducativa; oriundos de Programas de Atendimento à Exploração Sexual Comercial de menores;
  • 10% das vagas de cada município são necessariamente destinadas a adolescentes portadores de algum tipo de deficiência. 
Tarifa Social de Energia Elétrica

A Tarifa Social de Energia Elétrica é um benefício criado pelo Governo Federal. É um desconto no pagamento da conta de energia elétrica para famílias de baixa renda, cujos domicílios consomem até 220 kWh de energia por mês. O desconto é oferecido aos domicílios que estão em duas faixas de consumo:

Domicílios que consomem mensalmente até 80 kWh.

Se a média de consumo de energia do domicílio for menor que 80 kWh, baseada nos últimos 12 meses e não apresentar mais de uma conta superior a 120 kWh, o benefício será gerado automaticamente, isto é, o desconto na tarifa será dado independente da renda de seus moradores;

Domicílios com consumo mensal na faixa entre 80 kWh e 220 kWh.

Se a média de consumo de energia do domicílio estiver entre 80 e 220 kWh, baseada nos últimos 12 meses, o benefício será concedido apenas às famílias que apresentarem renda familiar mensal de até R$ 120,00 por pessoa e estiverem inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais - CadÚnico.
Média é a soma do consumo de cada mês, dividido pelo número de meses.


ASSISTA AO VÍDEO:


ATIVIDADE PROPOSTA:

1º Momento
Realizar a leitura do texto em seguida deve esquematizar os mapas conceituais

2º Momento
Os esquemas realizados na aula anterior deverão ser revisto e reorganizados.
Neste segundo momento os alunos devem formalizar os mapas conceituais. Os mapas podem ser elaborados com a ajuda do programa Cmap tools. 

3º Momento

A partir dos dois trechos citados abaixo, escreva uma dissertação que analise os argumentos favoráveis e contrários ao Programa Bolsa Família. Ao final da redação, realce sua posição pessoal sobre o assunto.

TRECHO 1

O Programa Bolsa Família está combatendo, ao mesmo tempo, a pobreza e a desigualdade. Consegue ser eficiente contra a pobreza porque aumenta a renda das famílias pobres do país, atuando de forma focalizada e, portanto, não desperdiçando recursos com quem não precisa. E ataca a desigualdade para além da questão da renda, chegando à origem do problema: a Educação. As famílias que recebem o Bolsa Família precisam mandar seus filhos para a escola, de modo que a próxima geração terá muito mais anos de estudo do que seus pais – e as pesquisas já mostram o quanto isto está reduzindo a repetência e a evasão escolares. Mais do que um alívio imediato, o programa faz um combate intergeracional da pobreza e da desigualdade, por meio de um direito, e não de um favor. Desta forma, seus melhores frutos, portanto, virão no futuro.

TRECHO 2

Distribuir dinheiro para os mais pobres, sem garantir as condições de trabalho para os pais e as mães, pode reduzir a culpa das elites brasileiras, mas não vai efetivamente resolver os problemas da pobreza e da desigualdade. O que o país precisa é de políticas para aumentar o emprego, e não de um assistencialismo de curto prazo, que não gera mudanças estruturais para as famílias mais pobres. Ensinar a pescar sempre é melhor do que dar o peixe. Além disso, esta distribuição farta de recursos pode ser apenas uma forma de ganhar votos dos mais pobres, sobretudo no Nordeste brasileiro. Também é preciso pensar em “portas de saída” para os beneficiários, para que não fiquem eternamente dependentes do Bolsa Família. Seria triste ver os filhos de hoje transformarem-se, no futuro, na imagem atual de seus pais.

fonte: http://guiadoestudante.abril.com.br/blogs/redacao-enem-vestibular/2014/10/23/nova-proposta-de-redacao-bolsa-familia/

quarta-feira, 1 de abril de 2015

Manipulação Midiática

O linguista e filósofo norte americano Noam Chomsky elaborou a lista das “10 estratégias de manipulação” através dos meios de comunicação. Ele afirma que nas décadas de 80 e 90 elaborou-se toda uma estratégia de manipulação dos povos através dos meios de comunicação, facilitando assim o controle da opinião pública para as estratégias e práticas adotadas pelos modelos neoliberais, que acabaram por conduzir os rumos sociais a partir dos interesses econômicos

1- A estratégia da distração – o elemento primordial do controle social.

Consiste em tirar a atenção do público dos problemas importantes e das mudanças ditadas pelas elites políticas e econômicas, mediante a técnica do “dilúvio” de distrações e de informações insignificantes. Essa estratégia é também indispensável para que o público não se sinta interessado por conhecimentos essenciais na área da ciência, da economia, da psicologia, da neurolinguística, e da cibernética.
“Manter o público distraído, longe dos verdadeiros problemas sociais, seduzidos por temas sem importância real; manter o público ocupado sem nenhum tempo para pensar, de volta ao ‘estábulo’ com o animais.”

2- Criar problemas e depois oferecer soluções.

Esse método também é chamado “problema – reação -solução”. Cria-se um problema, uma situação prevista para causar determinada reação no público, para que ele mesmo seja o mandante das medidas que sede seja fazer aceitar. Por exemplo, deixar que se desenvolva ou que se intensifique a violência urbana, ou organizar atentados sangrentos, afim de que o público seja o requerente de leis de segurança e de políticas que causem danos à liberdade. Ou também criar uma crise econômica para que o retrocesso dos direitos sociais e a destruição dos serviços públicos sejam aceitos como um mal necessário.

3- A estratégia da gradação.

Para que se aceite uma medida inaceitável, basta aplicá-la gradualmente, a conta-gotas, por anos consecutivos. Dessa maneira, 
condições sócio-econômicas radicalmente novas(neoliberalismo) foram impostas durante as décadas de 80 e 90.
Mudanças como privatizações, precariedade, flexibilidade, desemprego em massa, salários baixos... provocariam uma revolução se fossem aplicados de uma só vez.

4- A estratégia de atrasar a realização de algo.

Outra maneira de impor uma decisão impopular é a de apresentá-la como “dolorosa e necessária”, obtendo a aceitação pública, em determinado momento, para uma aplicação futura. É mais fácil aceitar um sacrifício futuro que um imediato. Primeiro porque o esforço não é empregado imediatamente. Depois porque o público, a massa tende a esperar ingenuamente que “as coisas vão melhorar amanhã” e que o sacrifício exigido será evitado. Dessa forma, acostuma-se com a ideia da mudança e ela é aceita, com resignação, quando chegar o momento.

5- Dirigir-se ao público como crianças (como criaturas de pouca idade).
A maioria da publicidade dirigida ao grande público utiliza discurso, argumentos, personagem se entonação particularmente infantis, muitas vezes perto da debilidade, como se o espectador fosse uma criança ou um deficiente mental. Quanto mais se tenta enganar o espectador, mais se tende a adotar um tom infantil. Por quê? Se alguém se dirige a uma pessoa como se ela tivesse 12 anos ou menos, pela sugestão, ela terá, provavelmente, uma resposta ou uma reação também desprovida de um sentido crítico, como uma criança.

6- Utilizar mais o aspecto emocional que a reflexão.

Essa é uma técnica clássica para causar um curto-circuito na análise racional e no sentido crítico dos indivíduos. Por outro lado, a utilização do registro emocional permite abrir a porta de acesso ao inconsciente para implantar ou injetar ideias, desejos, medos, compulsões ou induzir comportamentos.



7- Manter o público ignorante e medíocre.

Fazer com que o público seja incapaz de compreender as tecnologias e os métodos utilizados para seu controlo e escravidão. “A qualidade da educação dada às classes sociais inferiores deve ser a mais pobre e medíocre possível para que ela se torne bastante ignorante e seja impossível alcançar as classes sociais superiores”.

8- Estimular o público a ser complacente com a mediocridade.

Levar o público a crer que é moda o fato de ser estúpido, vulgar e inculto

9- Reforçar a autoculpabilidade.

Fazer o indivíduo crer que é somente ele o culpado pela sua desgraça porque não é inteligente, é incapaz e não se esforça. Assim ao invés de rebelar-se contra o sistema econômico, a pessoa se auto desvaloriza e se culpa, o que gera um estado depressivo, cujo efeito é a inibição de sua ação. E sem ação não há revolução.


10- Conhecer o indivíduo melhor que ele mesmo.

Nos últimos 50 anos, o avanço acelerado das ciências gerou uma crescente brecha entre os conhecimentos do público e aqueles utilizados pelas elites dominantes. Graças à biologia, à neurobiologia e à psicologia aplicada, o “sistema” desfruta de um conhecimento físico e psicológico avançado do ser humano e consegue, assim, conhecer o indivíduo com um melhor do que ele mesmo. Isso significa que, na maioria dos casos, o sistema exerce um controle maior e um grande poder sobre as pessoas, maior do que elas sobre si mesmas.
Tradução do Espanhol: Professora Iara Valle bastos
Retirado de: http://www.forumseculo21.com.br/


ATIVIDADES PROPOSTAS:

Resultado de imagem para escrevendo1- Não é de hoje que muito se discute acerca dos benefícios ou malefícios oriundos da TV. Equipamento eletrônico indispensável na sala de milhões de brasileiros, a televisão é alvo de intensos debates. Fonte cultural ou alienação? Difusora de conhecimento ou empobrecimento intelectual? A proposta de atividade é que você defenda um posicionamento claro e bem fundamentado sobre o seguinte tema: Televisão: Possibilita ou não aprimoramento cultural aos seus telespectadores?

fonte: http://vestibular.brasilescola.com/banco-de-redacoes/tema-televisao-possibilita-ou-nao-aprimoramento-cultural-aos-seus.htm

segunda-feira, 30 de março de 2015

Confecção de slides

Oito dicas para aprimorar suas apresentações de slides. No trabalho ou na faculdade, apresentações de slides sempre são necessárias. Provavelmente você já precisou criar uma apresentação de slides para expor alguma coisa. Relatórios no trabalho, trabalhos da escola ou da faculdade, dados em palestras, enfim, há uma infinidade de motivos pelos quais isso pode ter acontecido.Contudo, passar informações via apresentação de slides é algo que acaba sendo mais complicado do que parece, pois existem alguns detalhes que não devem ser deixados de lado na construção de seu trabalho.

Planeje seus slides

Que tal criar um esboço no papel antes de começar a trabalhar no computador? Pegue um bloco e uma caneta, e exponha ali suas ideias. Tente estruturar onde estarão imagens e texto em seus slides, pois isso pode lhe dar novas ideias e ainda evitar desperdício de trabalho.

Troque texto por imagens

Uma imagem vale mais que mil palavras também em uma apresentação de slides, portanto, sempre que possível, substitua uma frase ou um parágrafo por uma imagem. Porém, tenha bom senso e não exagere na quantidade de figuras em um mesmo slide.

Mais fala e menos texto

A dica crucial para quem quer construir um bom slide é essa: fale mais e escreva menos. Se o texto for indispensável, tente escrever pouco, pois slides enxutos são mais bonitos e tornam a apresentação mais dinâmica. Assim você fala e sua plateia não se distrai lendo muita coisa.

Fontes legíveis são essenciais

Ao escrever algo em um slide, lembre-se de que o texto será lido por pessoas distantes de sua projeção, portanto, torne a usar o bom senso na escolha do tamanho da fonte. Além disso, não invente na hora de selecionar o modelo da fonte, procure selecionar algo simples e legível. Cabe aqui, novamente, falar sobre a quantidade de texto: quanto mais texto, menor a fonte, o que pode prejudicar a leitura.

Simplicidade 

Steve Jobs, chefão da Apple e um dos caras mais influentes no mundo quando o assunto é tecnologia, disse uma vez que “simplicidade é o máximo da sofisticação”. Então, que tal não encher seus slides de conteúdo e buscar um equilíbrio entre cores de fundo, de texto e de imagens?

Ler o conteúdo dos slides? Jamais

Seu slide está redondinho: claro, objetivo e despoluído. Mas, na hora de apresentação você começa a ler! Esqueça isso! Treine bastante em casa, releia os textos que serviram de base para a criação da apresentação e não leia. Além do fato de que sua plateia sabe ler, falar sem ler slides passa mais segurança e credibilidade.

Postura é essencial

Essa dica também não tem nada a ver com os slides, mas é importante para sua apresentação. Quando estiver palestrando para outras pessoas, tenha postura: nada de colocar as mãos no bolso ou cruzar os braços.

Fale com clareza

Assim como seus slides, sua apresentação também precisa ser clara e objetiva, portanto, evite termos técnicos sempre que possível, procure usar um vocabulário menos rebuscado e, principalmente, conhecer o público que assistirá à sua exposição, pois isso ajuda a definir a melhor postura a ser tomada na frente de todos.



sexta-feira, 27 de março de 2015

Tipos de Violência

-  Violência Física 

Violência contra a mulher - é qualquer conduta - ação ou omissão - de discriminação, agressão ou coerção, ocasionada pelo simples fato de a vítima ser mulher e que cause dano, morte, constrangimento, limitação, sofrimento físico, sexual, moral, psicológico, social, político ou econômico ou perda patrimonial. Essa violência pode acontecer tanto em espaços públicos como privados.

Violência de gênero - violência sofrida pelo fato de se ser mulher, sem distinção de raça, classe social, religião, idade ou qualquer outra condição, produto de um sistema social que subordina o sexo feminino.

Violência doméstica - quando ocorre em casa, no ambiente doméstico, ou em uma relação de familiaridade, afetividade ou coabitação.

Violência familiar - violência que acontece dentro da família, ou seja, nas relações entre os membros da comunidade familiar, formada por vínculos de parentesco natural (pai, mãe, filha etc.) ou civil (marido, sogra, padrasto ou outros), por afinidade (por exemplo, o primo ou tio do marido) ou afetividade (amigo ou amiga que more na mesma casa).

Violência física - ação ou omissão que coloque em risco ou cause dano à integridade física de uma pessoa.

Violência institucional - tipo de violência motivada por desigualdades (de gênero, étnico-raciais, econômicas etc.) predominantes em diferentes sociedades. Essas desigualdades se formalizam e institucionalizam nas diferentes organizações privadas e aparelhos estatais, como também nos diferentes grupos que constituem essas sociedades.

Violência intrafamiliar/violência doméstica - acontece dentro de casa ou unidade doméstica e geralmente é praticada por um membro da família que viva com a vítima. As agressões domésticas incluem: abuso físico, sexual e psicológico, a negligência e o abandono.

Violência moral - ação destinada a caluniar, difamar ou injuriar a honra ou a reputação da mulher.

Violência patrimonial - ato de violência que implique dano, perda, subtração, destruição ou retenção de objetos, documentos pessoais, bens e valores.

Violência psicológica - ação ou omissão destinada a degradar ou controlar as ações, comportamentos, crenças e decisões de outra pessoa por meio de intimidação, manipulação, ameaça direta ou indireta, humilhação, isolamento ou qualquer outra conduta que implique prejuízo à saúde psicológica, à autodeterminação ou ao desenvolvimento pessoal.

Violência sexual - acão que obriga uma pessoa a manter contato sexual, físico ou verbal, ou a participar de outras relações sexuais com uso da força, intimidação, coerção, chantagem, suborno, manipulação, ameaça ou qualquer outro mecanismo que anule ou limite a vontade pessoal. Considera-se como violência sexual também o fato de o agressor obrigar a vítima a realizar alguns desses atos com terceiros.

Consta ainda do Código Penal Brasileiro: a violência sexual pode ser caracterizada de forma física, psicológica ou com ameaça, compreendendo o estupro, a tentativa de estupro, o atentado violento ao pudor e o ato obsceno.

ATIVIDADE PROPOSTA 1:
ATIVIDADE PROPOSTA 2:

Após ler o texto realize a atividade abaixo. Para resolvê-la leia as orientações com atenção. Não esqueça de colocar seu nome completo na atividade. Ao terminar click em “Finish” (finalizar). Depois selecione “Enviar as minhas respostas ao professor” e mandar para o e-mail: angela.boscardin@gmail.com

Veja na foto abaixo como fazer:


ATIVIDADES EXTRA:

1- Comente algum caso de violência domestica que você tenha presenciado ou ouvido falar . Qual a punição, você acha, que deveria ser aplicada a quem comete este tipo de violência ?

2- Segundo o texto a maioria dos casos violência contra crianças, adolescente e mulheres ocorrem dentro de casa e são praticadas por pessoas do próprio grupo familiar. Qual sua opinião sobre a recente lei que proíbe os pais de punirem seus filhos por meio de castigos físicos? Você acha que esta lei pode resolver em parte a questão da violência domestica?

3- Você já sofreu ou presenciou algum tipo de violência? Quais foram às conseqüências?

4- A organização de nossa sociedade favorece o surgimento da violência?

5- O que leva o ser humano ser violento?

fonte: http://sociofia.blogspot.com.br/2011/11/sociologia-tipos-de-violencia.html
http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=1172
https://sociologialegal.wordpress.com/2012/05/16/violencia/

quinta-feira, 26 de março de 2015

A homossexualidade

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Outra mazela do mundo atual é a discriminação de pessoas por sua orientação sexual. A homossexualidade é uma prática antiga na história da humanidade. Há vários registros escritos de relações sexuais e afetivas entre pessoas do mesmo sexo entre antigos romanos.


No mundo contemporâneo, em diferentes tempos e espaços, a homossexualidade foi considerada uma doença, para qual havia tratamentos psicológicos e médicos, que visavam conseguir uma “reorientação sexual”.

Pesquisas posteriores apontaram, no entanto, que esses tratamentos causavam depressão, ansiedade, sentimento de vergonha, e até tentativa de suicídio. Somente a partir da segunda metade do século XX foram tomadas medidas no Brasil e no exterior para deixarem de considerar a homossexualidade uma patologia. Entre essas medidas podemos citar:

• 1985 – O conselho Federal de Medicina considerou que a homossexualidade não é um desvio de comportamento.

• 1993 – A Organização Mundial de Saúde (OMS) declarou que a homossexualidade não era uma patologia, pois não havia razões médicas nem éticas para tal.

• 1999 – O Conselho Federal de Psicologia proibiu tratamentos de “reorientação sexual” que visavam levar a pessoa a mudar sua orientação sexual.

• Em 2013 foi dado ao público o Estatuto da juventude, cujo artigo 17 diz: Art. 17. O jovem tem direito à diversidade e à igualdade de direitos e de oportunidades e não será discriminado por motivo de:

I – etnia, raça, cor da pele, cultura, origem, idade e sexo;
II – orientação sexual, idioma ou religião;
III – opinião, deficiência e condição social ou econômica.

BRASIL. Lei n. 12.852 de 5 de agosto de 2013. Institui o Estatuto da Juventude e dispõe sobre os direitos dos jovens, os princípios e diretrizes das políticas públicas de juventude e o Sistema Nacional de Juventude – SINAJUVE. Presidência da República, Casa Civil, Subchefia para Assuntos Jurídicos. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2013/Lei/L12852.htm. Acesso em: 5 set. 2020.

Assim, por lei, a homossexualidade deixou de ser uma patologia e, portanto, não havia motivo para prescrever tratamento para ela. Os profissionais da saúde passaram a vê-la como uma orientação sexual sem qualquer prejuízo para a pessoa e o seu entorno. Já a discriminação tem causado prejuízos consideráveis para saúde física e mental delas, ocasionando depressão, insônia, sentimentos de vergonha, de culpa e levando as vítimas inclusive a desistir da escola ou até mesmo a cometer suicídio.

O trecho a seguir ajuda-nos a dimensionar a gravidade do assunto:

A realidade da violência contra os segmentos LGBT é alarmante no país. Somente em 2012, foram relatadas quase 10 mil denúncias de violações de direitos humanos relacionadas à população LGBT. O ano de 2017, por exemplo, registrou 445 mortes por homofobia, fazendo do Brasil um dos lugares que mais mata pessoas LGBT no mundo. Além desses dados, verifica-se que parte dessas comunidades, especialmente as pessoas trans, encontra-se em situações de risco na sociedade na medida em que lhe faltam diversos direitos e oportunidades, em especial, de emprego.

RAMENZONI, G.; QUINALHA, R.; VENTURINI, A. C. LGBT. Prejuízos do preconceito. Le Monde Diplomatique Brasil, 12 mar. 2018. Disponível em: https://diplomatique.org.br/prejuizos-do-preconceito/. Acesso em: 5 set. 2020.

Acesse o link abaixo para ver as estatísticas
ASSISTAM AO VÍDEO:


ATIVIDADE PROPOSTA 1
ATIVIDADE PROPOSTA 2


Após ler o texto realize a atividade abaixo. Para resolvê-la leia as orientações com atenção. Não esqueça de colocar seu nome completo na atividade. Ao terminar click em “Finish” (finalizar). Depois selecione “Enviar as minhas respostas ao professor” e mandar para o 
e-mail: angela.boscardin@gmail.com

Veja na foto abaixo como fazer:

segunda-feira, 23 de março de 2015

Filme: Tempos Modernos


A figura central do filme é Carlitos, o personagem clássico de Chaplin, que ao conseguir emprego numa grande indústria, transforma-se em líder grevista conhecendo uma jovem, por quem se apaixona. O filme focaliza a vida do na sociedade industrial caracterizada pela produção com base no sistema de linha de montagem e especialização do trabalho. É uma crítica à "modernidade" e ao capitalismo representado pelo modelo de industrialização, onde o operário é engolido pelo poder do capital e perseguido por suas idéias "subversivas".
Em sua Segunda parte o filme trata das desigualdades entre a vida dos pobres e das camadas mais abastadas, sem representar contudo, diferenças nas perspectivas de vida de cada grupo. Mostra ainda que a mesma sociedade capitalista que explora o proletariado, alimenta todo conforto e diversão para burguesia. Cenas como a que Carlitos e a menina órfã conversam no jardim de uma casa, ou aquela em que Carlitos e sua namorada encontram-se numa loja de departamento, ilustram bem essas questões.


ATIVIDADE PROPOSTA

Após ler o texto realize a atividade abaixo. Para resolvê-la leia as orientações com atenção. Não esqueça de colocar seu nome completo na atividade. Ao terminar click em “Finish” (finalizar). Depois selecione “Enviar as minhas respostas ao professor” e mandar para o e-mail: angela.boscardin@gmail.com

Veja na foto abaixo como fazer:


FONTE: 
file:///C:/Users/USUARIO/Downloads/8164-Texto%20do%20artigo-22508-1-10-20200519.pdf
https://www.monografias.com/pt/docs/Quest%C3%B5es-sobre-o-filme-Tempos-Modernos-PKQ8N86XHX
https://nathaliajustino7.jusbrasil.com.br/artigos/324507782/analise-sobre-o-filme-tempos-modernos-de-karl-marx
https://www.cartamaior.com.br/?/Blog/Blog-do-Emir/O-verdadeiro-Tempos-Modernos-/2/23876
https://treinamento24.com/library/lecture/read/170154-o-que-mostra-o-filme-tempos-modernos https://pedagogiaaopedaletra.com/sintese-do-filme-tempos-modernos/