quarta-feira, 6 de maio de 2015

Ideologia

Resultado de imagem para ideologia- desenhoIdeologia é “um conjunto de inverdades difundidas através de idéias falsas, símbolos, preconceitos, propagandas e “slogans” para neutralizar e dominar aqueles que historicamente pertencem à classe dos dominados, sem que eles se percebam como sendo dominados.

A ideologia trabalha para esconder as diferenças sociais, passando uma imagem de que todos somos iguais. No máximo ela admite que há uma divisão (é evidente, que é impossível negá-la) porque : “o indivíduo é pobre porque quer”, “quem não estuda não progride na vida”, “os pobres são pobres porque querem”, “a pobreza é abençoada por Deus”. A ideologia é um fator de estabilização social.

A ideologia nos meios de comunicação

Os meios de comunicação são na atualidade um dos maiores veículos de transmissão e imposição da ideologia dominante. São várias as formas usadas pelos meios de comunicação para impor a ideologia dominante (burguesa e capitalista). Vejamos algumas:

Resultado de imagem para consumismo- desenhoa) a ideologia do consumismo: o capitalismo tem o poder de transformar tudo em mercadoria: o “dia das mães”, “dos namorados”, “das crianças”, etc. A cada festa, mais lucro para o capitalista... mais pobreza, porém, para a consciência de boa parte dos consumidores, que já perdeu a capacidade de tomar uma atitude de crítica diante do fato de dar e receber presentes. O importante é ter e não ser. O amor e a amizade são traduzidos pelo ter, pelo possuir, pelo presentear, muitas vezes esquecendo o verdadeiro significado do amor e da amizade. Seguindo a ideologia do consumismo quantas pessoas compram coisas que nunca irão usar. Compram porque foram induzidas, forçadas pela propaganda. Muitas vezes a propaganda amortece a capacidade crítica do indivíduo, transformando-o num robô consumista. Quantas propagandas são enganosas porque não dizem realmente a verdade sobre o produto apresentado. Outras são imorais – não porque apelam para o nu – mas porque apelam para a mentira, para a chantagem emocional, para a destruição dos valores morais ou sociais;

Resultado de imagem para ideologia da moda- desenhob) a ideologia da moda – também uma característica do capitalismo, que, precisando a cada instante do lucro, busca na moda uma imposição dos seus padrões. A moda do verão, do inverno, do natal, da praia, do esporte...e assim, explora-se duplamente o trabalhador: pagando-lhe um salário de miséria e sugando-lhe este pouco salário através do consumismo e da moda.

c) a ideologia imperialista: isto é, a ideologia das multinacionais e das nações ricas, manifesta e expressa nos “enlatados” (filmes) e “shows fantásticos” que mostram o modo de vida das nações ditas desenvolvidas. 

d) a ideologia da segregação – que se manifesta no racismo, na condição de inferioridade da mulher ou do pobre e, por conseguinte, na exaltação da riqueza, da força do homem, no elogio ao esperto, na superioridade do homem estudado, etc. Observe como são os cenários das novelas: que belos apartamentos, que belas salas, que ricas modas. Mesmo os pobres nas novelas têm carro, vivem em casas onde os móveis têm um padrão de classe média, sem fome e copos de estrato de tomate. Não se explica de onde vem o dinheiro e tudo parece perfeito, com homens engravatados e mulheres maquiladas. No fundo, a ideologia faz com que o trabalhador, que produz quase tudo que aparece na TV e que não pode possuir bens, se console em ver tudo isso!

ATIVIDADE PROPOSTA 1


ATIVIDADE PROPOSTA 2

Vamos testar nossos conhecimentos através de jogos. Acessem o Kahoot.it que a professora irá passar um PIN para que possam acessar o jogo e aprender se divertindo.




segunda-feira, 4 de maio de 2015

Taylorismo e Fordismo

Taylorismo

A produção escala cada vez mais global e a necessidade de diminuição do tempo e do esforço de trabalho demandou novas estratégias de racionalização da produção para esse fim. Um dos primeiros idealizadores das estratégias de racionalização da produção foi o engenheiro norte americano Frederick Taylor (1856-1915) que passou a pensar a produção de forma científica.
O taylorismo ou administração científica partia do pressuposto da divisão social do trabalho no qual a gerência era completamente separada da execução. Isso repercutia em grande especialização do trabalho e gerou muitos postos de trabalho. Taylor defendia que a redução que o aumento na produção e a redução dos custos dos produtos deveriam ser revertidos na forma de melhores salários (salário por produção) e também maiores lucros aos empresários. Pensando a partir das ideias de Marx é possível dizer que houve uma ampliação da alienação uma vez que o trabalhador não mais reconhece o produto do seu trabalho como também perdeu o domínio não apenas dos meios de produção, mas também perdeu o domínio sobre como produzir. As principais características do taylorismo são:
– Separação entre gerência e execução;
– Especialização das atividades;
– Padronização da produção;
– Remuneração por desempenho

Fordismo

Criado pelo engenheiro americano Henry Ford (1863-1947). O fordismo é uma aplicação prática do taylorismo, parte do mesmo pressuposto das ideias de Taylor e acrescenta um nome elemento: a esteira da linha de produção. Além do trabalhador perder a forma de organização do trabalho, perde também o ritmo do seu trabalho o qual é ditado pela donos dos meios de produção que controla a esteira de produção. As principais características do fordismo são:
– Aperfeiçoamento da linha de montagem por meio da esteira (semi-automatização);
– Produção e consumo em massa;
– Baixa exigência de qualificação profissional;
– Operário funcionava como uma peça de máquina e realizavam uma única tarefa;

O sistema de produção fordista estava em grande sintonia com o modelo de estado conhecido como social democracia. Enquanto a iniciativa privada funcionava sob a luz do fordismo o Estado garantia uma boa arrecadação de impostos os quais financiavam serviços públicos. Com os salários valorizados e políticas públicas fortes a renda do trabalhador potencializava o consumo favorecendo os capitalistas.

Com a Crise do Petróleo entre outras nas décadas de 1970 e 1980 o modelo fordista passou a perder espaço por não oferecer a variedade e diversidades de produtos que o mercado globalizado exigia, concomitante a isso houve aumento do setor de serviços por conta da automatização intensa da produção. Para atender a um mercado mais globalizado, exigente e sementado foram criadas mais flexíveis de organização da produção de produção dentre as quais destaca-se o Toyotismo.



ATIVIDADE AVALIATIVA

Após ler o texto realize a atividade abaixo. Para resolvê-la leia as orientações com atenção. Não esqueça de colocar seu nome completo na atividade. Ao terminar click em “Finish” (finalizar). Depois selecione “Enviar as minhas respostas ao professor” e mandar para o e-mail: angela.boscardin@gmail.com

Veja na foto abaixo como fazer:



AVALIAÇÃO VIRTUAL


HORA DA REVISÃO


TRABALHO AVALIATIVO

Elaborar uma produção textual contendo no mínimo 4 páginas e não devem ultrapassar 6 páginas. O trabalho deverá ter a seguinte estrutura:
  • CAPA
  • FOLHA DE ROSTO
  • INTRODUÇÃO
  • DESENVOLVIMENTO
  • CONSIDERAÇÕES FINAIS 
  • REFERÊNCIAS
O trabalho deverá ser desenvolvido em grupo com no máximo 3 integrantes. O seu texto precisa contemplar os seguintes aspectos:
  • Modelos produtivos: as diferenças entre taylorismo, fordismo e toyotismo.
  • O modo de produção flexível e o novo perfil do trabalhador no século XXI.
Lembre-se que um texto argumentativo tem como objetivo defender uma ideia a respeito de um tema proposto, utilizando-se de argumentos teóricos. 


fonte: fonte: http://sociologiak.blogspot.com.br/2010/12/taylorismo-e-fordismo.html
http://www.mundoeducacao.com/geografia/taylorismo-fordismo.htm
http://cafecomsociologia.com/2017/02/introducao-as-estrategias-de-racionalizacao-da-producao.html
https://filosofonet.wordpress.com/2013/09/05/o-modo-de-producao-flexivel-e-o-novo-perfil-do-trabalhador-no-seculo-xxi/

quinta-feira, 30 de abril de 2015

Cultura e diversidade


Agora que você já sabe o que é Cultura, é possível imaginar um ser humano sem cultura, ou seja, sem símbolos, linguagem, normas ou padrões de comportamento? Não. Isso não é possível. Muitos comportamentos e hábitos que podem ser aparentemente naturais ou instintivos, são também produtos da nossa cultura. O sociólogo Anthony Giddens afirma que movimentos, gestos e expressões são fortemente influenciados por fatores culturais, como a forma que você sorri, por exemplo. Vejamos o que diz este sociólogo:

[...] Um exemplo claro disso pode ser visto na forma como as pessoas sorriem – particularmente em contextos públicos – através de diferentes culturas. Entre os Inuti (esquimós) da Groelândia, por exemplo, não há a forte tradição de sorriso público que existe em muitas áreas da Europa Ocidental e da América do Norte. Isso não significa que os Inuti sejam frios ou não amigáveis – simplesmente não é comum a prática de sorrir ou de trocar brincadeiras com estranhos. [...]

GIDDENS, Anthony. Sociologia. 4. Ed. Porto Alegre: Artimed, 2005. Página 39.

Por meio deste exemplo podemos dizer que o homem é um ser culturalmente construído e que, embora a nossa biologia seja extremamente importante, é a nossa cultura que nos define, isto é, a forma como pensamos agimos e nos relacionamos é que nos define. O que um adolescente muçulmano tem de diferente de você, por exemplo? Claro que existem diferenças genéticas já que você vem de uma família e ele de outra. Porém, não é esta diferença genética que faz vocês terem comportamentos diferentes. Os valores, normas e padrões de um adolescente muçulmano são distintos das normas e padrões da sua cultura Ocidental. É esta diferença cultural que vai fazer com que os hábitos, a forma de agir, pensar, se vestir de vocês sejam diversas e não diferenças biológicas ou genéticas.

Um antropólogo chamado Roque de Barros Laraia ao estudar o conceito de cultura cita um exemplo interessante que pode nos ajudar a compreender melhor esta relação entre o que seria nossa natureza e a nossa cultura, vejamos:

Tomemos um bebê francês, nascido na França, de pais franceses, descendentes estes, através de numerosas gerações de ancestrais que falavam francês. Confiemos esse bebê, imediatamente depois de nascer, a uma pajem muda, com instruções para que não permita que ninguém fale com a criança ou mesmo veja durante a viagem que a levará pelo caminho mais direto ao interior da China. Lá chegando, entrega ela o bebê a um casal de chineses, que o adotam legalmente, e o criam como seu próprio filho. Suponhamos agora que se passem três, dez ou trinta anos. Será necessário debater sobre que língua falará o jovem ou adulto francês? Nem uma só palavra de francês, mas o puro chinês, sem um vestígio de sotaque, e com a fluência chinesa, e nada mais.

Montaigne, Ensaios. Coleção os Pensadores. São Paulo, Abril Cultural. 1972 p. 107. In: LARAIA, Roque de Barros. Cultura um conceito antropológico. 23. Ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed, 2009. p. 43.

Imagine que você quando bebê tenha se mudado para os Estados Unidos e tenha crescido com uma família americana. Mesmo que seus pais sejam brasileiros você falaria e teria comportamentos de um cidadão americano. Isso quer dizer que o que define a forma como você pensa e age, seus hábitos e comportamentos não é a sua biologia e sim a sua cultura!

Todos os seres humanos do mundo são biologicamente semelhantes. O que então nos faz diferente? A nossa cultura nos diferencia! Como diferentes povos, sociedades ou grupos têm diversas formas de se vestir, de agir, de pensar assim como diferentes valores normas, línguas e padrões de comportamento podemos afirmar que há no mundo uma Diversidade Cultural, ou seja, uma diversidade de culturas e é graças à diversidade cultural que há diferentes formas de falar, pensar, se vestir, se relacionar entre os diferentes países, sociedades ou mesmo grupos dentro da sociedade. Desta diversidade cultural podemos concluir que o comportamento do indivíduo depende de um aprendizado e do contexto cultural no qual ele vive.


O processo pelo qual aprendemos a cultura é chamado de endoculturação. Uma menina e um menino, por exemplo, têm comportamentos diferentes não pelo fato de terem hormônios distintos e sim porque tiveram uma educação diferente de acordo com os padrões de comportamento associados aos homens e às mulheres em sua cultura. 

fonte: https://cediumamadeira.wixsite.com/cediuma/autorreguladas

ATIVIDADE PROPOSTA

Após ler o texto realize a atividade abaixo. Para resolvê-la leia as orientações com atenção. Não esqueça de colocar seu nome completo na atividade. Ao terminar click em “Finish” (finalizar). Depois selecione “Enviar as minhas respostas ao professor” e mandar para o 
e-mail: angela.boscardin@gmail.com

Veja na foto abaixo como fazer:

quarta-feira, 29 de abril de 2015

Sociedade de Consumo

Resultado de imagem para sociedade de consumoSociedade de consumo, é um termo utilizado em economia e sociologia, para designar o tipo de sociedade que se encontra numa avançada etapa de desenvolvimento industrial capitalista e que se caracteriza pelo consumo massivo de bens e serviços, disponíveis graça a elevada produção dos mesmos.

Uma das críticas mais comuns sobre a sociedade de consumo é a que afirma se tratar de um tipo de sociedade que se "rendeu" frente as forças do sistema capitalista e que, por tanto, seus critérios e bases culturais estão submetidos as criações postas ao alcance do consumidor. E neste sentido, os consumidores finais perderiam as características de indivíduos para passarem a ser considerados uma massa de consumidores que se pode influir através de técnicas de marketing, inclusive chegando a criação de "falsas necessidades" entre eles. Do ponto de vista ambiental, a sociedade de consumo se vê como insustentável, posto que implica em um constante aumento da extração de recursos naturais, e do despejo de resíduos, até o ponto de ameaçar a capacidade de regeneração da natureza desses mesmos recursos imprescindíveis para a sobrevivência humana.

Para alguns defensores, a sociedade de consumo é consequência do alto desenvolvimento que chegou a determinadas sociedades e se manifesta no incremento da renda nacional. Por sua vez, possibilita que um numero cada vez maior de pessoas adquiram bens cada vez mais diversificados, desta forma, facilitando o acesso a uma maior quantidade e qualidade de produtos por uma parte maior da sociedade, se estaria produzindo uma maior igualdade social.

ATIVIDADE PROPOSTA:

Resultado de imagem para comprasTodo mundo precisa consumir para viver. Comer, vestir-se, morar, passear, viajar fazem parte do ritual de compra, venda e troca que persegue o homem há séculos. Mas para grande parte da humanidade o ato de comprar atingiu um sentido quase transcendental. Ter virou sinônimo de ser. A capacidade de adquirir e possuir coisas passou a ser o termômetro que mede valores como competência, felicidade e sucesso. Quem pode consumir está no topo. Quem não pode é ignorado pelo outro lado. Desenvolva uma redação sobre o Tema Proposto: A ostentação e o consumismo.

http://revistaforum.com.br/blog/2011/10/consumo-logo-existo/

Industria Cultural


A Indústria Cultural surgiu na Europa a partir da Revolução Industrial, no século XVIII. O termo foi inicialmente pronunciado pelos teóricos da Escola de Frankfurt Theodor Adorno e Max Horkheimer, sendo que anteriormente utilizava-se o termo “cultura de massa”, ou seja, cultura que surge nas massas. Para Adorno “na indústria cultural, tudo se torna negócio. Enquanto negócios, seus fins comerciais são realizados por meio de sistemática e programada exploração de bens considerados comerciais”.

Analisando a citação acima, é possível dizer que a indústria cultural é o ato de se converter a cultura em mercadoria. Não se referindo aos meios comunicacionais utilizados, como a televisão, o rádio, o computador, mas sim a prática social exercida pelas elites dominantes, através da possibilidade da lucratividade no mercado.

A Indústria Cultural é evidenciada através de empresas que se utilizam da comercialização da cultura com o intuito de lucrar. Neste sistema estão inseridos os veículos comunicacionais, que são TV, o rádio, internet, cinema, os jornais e revistas.

É sabido que a mídia, por ser o único veículo comunicacional massivo, que pode levar informação a todas as pessoas da sociedade, possui grande poder de influência em vários setores específicos da sociedade. Segundo Melo, “a mídia possui um importante papel cultural de formação social, e exerce grande influência na construção da opinião pública”(MELO, 2006, não paginado). Dessa forma, estes meios são produzidos de maneira que haja o aumento do consumo, com o objetivo de moldar hábitos, educar e informar o cidadão.

Para Adorno, na Indústria Cultural o homem é um simples instrumento de trabalho e consumo, sendo então um objeto. “O consumidor não é soberano, como a indústria cultural queria fazer crer; não é o seu sujeito, mas o seu objeto” (Adorno, 1967). Para o autor, o homem é um Ser tão manipulado que seus momentos de lazer se tornam uma expansão do trabalho. Ele cita como exemplo o cinema, que antes era considerado como arte e tinha por objetivo o entretenimento, agora se tornou um meio de manipulação.

Outro exemplo que pode ser mencionado é a festividade do “Círio de Nossa Senhora de Nazaré” que acontece em Belém, onde apesar de ser uma festa religiosa, que reúne todos os anos na capital paraense fies das mais distintas localidades, louvando a mãe de Jesus, sendo considerada por muitos como “uma das mais belas e fenomenais manifestações do culto e da glorificação”, funciona também como um fim mercadológico para outros.

Apesar da “carga” emocional e religiosa que possui, o Círio é um meio pelo qual as pessoas aproveitam para venderem seus produtos. Muitos materiais são produzidos utilizando a imagem da Santa, como chaveiros, camisas, garrafas de água mineral, adesivos, entre outros e comercializados para turistas e residentes da região, sendo assim, a festividade é um meio eficaz para aumentar o lucro. Deixando de ser somente a festa religiosa, para atender as necessidades de comerciantes e ambulantes. 
Resultado de imagem para O SAMBA“O samba enquanto gênero musical moderno foi se transformando para se propagar nos novos meios de comunicação que surgiam, como a rádio e a indústria do disco, ao mesmo tempo que também se transformava em nosso símbolo cultural.”

A partir da citação acima é possível dizer que a música, no exemplo em questão, o Samba, é um exemplo de uma mercadoria cultural.

O surgimento dos discos no Brasil deu-se em 1902, com o tcheco Frederico Figner. Assim, após o surgimento da sociedade Phonográfica a vendagem aumentou consideravelmente entre as classes populares, surgindo também revistas especializadas em música Na década de 60 houve um considerável desenvolvimento do mercado de bens culturais, mas somente a partir de 1970 é que a indústria do disco se estrutura. Neste momento, com a melhoria das gravações e com o lucro proporcionado pelo Samba, surgiram cantores de diversas classes sociais.

Dessa maneira, pode-se dizer que a música, apesar de ser uma prática cultural cujo intuito é proporcionar lazer e entretenimento para as pessoas, cada dia que passa vem sendo alvo dos empresários musicais, que aumentam o valor dos produtos, pensando na lucratividade que os produtos musicais irão proporcionar.

FONTE: http://dizoquequer.blogspot.com.br/2009/06/industria-cultural.html

ATIVIDADES PROPOSTAS 1:



ATIVIDADES PROPOSTAS 2: