segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019

Dominação – Como ela é encarada pela Sociologia

Resultado de imagem para conceito de dominaçãoO conceito de dominação
Em sociologia, a dominação é uma situação que gera relações assimétricas de comando entre os indivíduos. Existem múltiplas dominações inscritas nas relações de poder. Quando falamos de “dominação” podemos pensar nas palavras de poder, autoridade, classes sociais, colonização, racismo, sexo e gênero, etc.
E você, a que você pensa quando digo esta palavra?
Diferentes famosos sociólogos falam deste conceito, como Karl Marx, Max Weber ou Pierre Bourdieu. Os três sociólogos têm visões muito diferentes relativas ao conceito de “dominação”. Karl Marx fala de dominação da burguesia sobre o proletariado. Max Weber apresenta três formas que explicam porque um indivíduo pode ser dominado. E, Pierre Bourdieu é o autor do conceito de dominação simbólica, explicaremos o que é, e o papel das mulheres como indivíduos dominados a seguir.
A dominação segundo os sociólogos
Resultado de imagem para karl marxKarl Marx falou da luta das classes entre a burguesia e o proletariado. Esta desigualdade entre as duas classes sociais se dividem em duas características principais. Primeiro, pela consciência de pertencer a esta classe (Karl Marx chama isso de “a classe como sendo a sua”). Segundo, pela posição social que ocupa o indivíduo. A burguesia explorou os proletariados, assim, se podia ver um tipo de dominação através de conflitos sociais. Porém, para lutar contra este poder da burguesia, os proletariados, em situação de pauperização, decidiram fazer uma revolta a fim de melhorar este contexto relativamente inaceitável segundo eles. Para Marx, o proletariado é uma classe revolucionária.
Resultado de imagem para Max Weber,Max Weber, apresenta a dominação como uma “sorte de encontrar pessoas determinadas e prontas para obedecer a uma ordem de conteúdos determinados”. Para que um individuo obedeça, a dominação tem que ser legitimada por uma crença social. Max Weber apresenta três tipos de dominações em função de diferentes legitimidades: a dominação carismática, a dominação legal racional e a dominação tradicional.
– A dominação carismática se explica pelas virtudes de um indivíduo. Se um indivíduo nos parece como um “herói”, vamos ter mais confiança nele, e ser mais facilmente dominados. Os homens políticos utilizam este carisma para ter um poder de convicção.
– A dominação legal racional depende da crença nas legalidades das regras. Os indivíduos pensam respeitar as leis, mas, na verdade, respeitam também o indivíduo que gera as leis.
– A dominação tradicional se explica pelo caráter sagrado da tradição. Por exemplo, a dominação do chefe de família na sociedade patriarcal é um exemplo de tipo de dominação tradicional.
Segundo Pierre Bourdieu, na sociedade, os indivíduos ocupam diferentes posições sociais no espaço social: existem dominantes e dominados. Pode ser que em um momento você seja dominante, e depois dominado. Assim você muda de “lado”. 
Resultado de imagem para Pierre BourdieuPierre Bourdieu fala de “dominação simbólica”.  A dominação simbólica é, por exemplo, o controle da língua. Um individuo que tem um capital cultural alto, faz um comentário legítimo  (um “bom” comentário) sobre uma exposição de pintura, por exemplo. É um meio para mostrar a sua dominação simbólica.
Também, Pierre Bourdieu fala das mulheres como indivíduos dominados. Este sociólogo escreveu um livro que se intitula “A dominação masculina”. Nesta obra, ele tenta explicar porque as mulheres são tão dominadas. Neste caso, Pierre Bourdieu explica que esta dominação é uma violência simbólica, tendo em vista que esta dominação é invisível. Segundo ele, a mulher incorporou as normas sociais relativas ao seu gênero desde a sua infância.

fonte: http://www.sociologia.com.br/dominacao-como-ela-e-encarada-pela-sociologia/

ATIVIDADE PROPOSTA:

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Acessem o site https://kahoot.it/#/ e digitem o código PIN que o professor distribuirá para que possa realizar a atividade proposta. 

ATIVIDADE AVALIATIVA




ATIVIDADE EXTRA:

Realize a leitura do texto a seguir acessando o link disponibilizado e faça uma síntese do mesmo. 

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2019

Machismo e violência contra a mulher na juventude


Assista o vídeo abaixo e aprofunde seus conhecimentos sobre o tema:

ATIVIDADE PROPOSTA 1 

Após ler o texto realize a atividade abaixo. Para resolvê-la leia as orientações com atenção. Não esqueça de colocar seu nome completo na atividade. Ao terminar click em “Finish” (finalizar). Depois selecione “Enviar as minhas respostas ao professor” e mandar para o
e-mail: angela.boscardin@gmail.com

Veja na foto abaixo como fazer:



ATIVIDADE PROPOSTA 2

   ATIVIDADE PROPOSTA 3

Confeccione um fôlder explicativo sobre a erradicação da violência contra a mulher contendo os seguintes tópicos:
  • Formas de violência contra a mulher
  • Disque denúncia (Telefones úteis)
  • Leis que amparam a mulher
Caso tenha dúvidas como confeccionar um fôlder acesse o site abaixo ou use canva.com: 

Como fazer panfletos com o Publisher

Por que a Sociologia incomoda?

Por que a sociologia incomoda? Essa indagação é recorrente dentre os que iniciam suas “aventuras” no campo da Sociologia. Além de incomodar é perigosa e, consequentemente, gera perigos aos que a utilizam. Incomoda os que dela se utilizam, assim como aos que não a usam em suas práticas compreensivas da realidade social. Ela incomoda quando nos faz insatisfeitos frente aos problemas sociais e incomoda aos que desejam que esses problemas não sejam revelados. Gera perigo porque sociólogos tornam-se alvos de perseguições políticas.
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Em regimes autoritários uma das primeiras práticas dos governantes é tentar eliminar a Sociologia (seja perseguindo os sociólogos, reduzindo investimentos nos cursos etc.) . Sociólogos são ameaças a tais governos por desvendar seus aspectos, funcionamentos e objetivos. No Brasil, durante a Ditadura Militar, professores de Ciências Sociais e de Filosofia foram expulsos do país, cursos fechados ou vigiados. Era o ataque do regime a seu grande e perigoso inimigo. Ao se apresentar como ameaçadora, acaba gerando, em última instância, perigo ao seu “possuidor”, podendo ser perseguido e/ou assassinado. Hoje, a Sociologia continua incomodando a ponto de ser pauta do presidente, divulgado nota contrária a essa ciência nas redes sociais.
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Os que se utilizam da Sociologia são, por ela, constantemente incomodados. Incomodados pela luz que passam a ver, estando fora da “Caverna de Platão”. A Sociologia nos faz enxergar a exploração do homem sobre o homem, os interesses de grupos, as nefastas intenções políticas e os indesejáveis jeitinhos nas práticas cotidianas. Passamos a notar a “microfísica do poder” que mantém a estrutura hierárquica social, os machismos e as demais discriminações veladas, entre tantos fenômenos sociais que passam a nos afligir. A Sociologia acaba sendo um incômodo por nos persuadir a “remar contra a correnteza”, a ler o mundo “à contra pêlo”, a se colocar contrário a muitas coisas que estão enraizadas nas relações sociais.
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Pierre Bourdieu já dizia que a Sociologia é um campo de batalha. Ela incomoda aqueles que se beneficiam do status quo, isso porque desvenda, interpela e o questiona. Assim, sociólogos são, quase sempre, indesejáveis por aqueles que se beneficiam da “ordem das coisas”.

A criticidade que desperta a Sociologia sobre aqueles que a busca o leva a se posicionar quase sempre contrário ao consenso, este enraizado nas mentalidades, o que gera mal estar. Mas um mal estar necessário para a construção de uma sociedade melhor. Com posse da “imaginação sociológica”, verás que a batalha estará armada e a luta é árdua. Com o tempo notarás que não serás mais o mesmo, pois a Sociologia nos impele à luta, nos incomoda… e de uma maneira diferente incomoda os poderosos.




ATIVIDADE PROPOSTA


fonte: https://www.cafecomsociologia.com/por-que-sociologia-incomoda/

terça-feira, 27 de novembro de 2018

Feminicídio e a Lei Maria da Penha

Resultado de imagem para FEMINICÍDIO- SOCIOLOGIA

Lei Maria da Penha: A Lei 11.340/06, conhecida como Lei Maria da Penha, ganhou este nome em homenagem à Maria da Penha Maia Fernandes, uma farmacêutica cearense, que por vinte anos lutou para ver seu agressor preso. Casada com o professor universitário Marco Antonio Herredia Viveros, em 1983 ela sofreu a primeira tentativa de assassinato pelo marido, quando levou um tiro nas costas enquanto dormia. Viveros foi encontrado na cozinha, gritando por socorro, alegando que tinham sido atacados por assaltantes. Desta primeira tentativa, Maria da Penha saiu paraplégica A segunda tentativa de homicídio aconteceu meses depois, quando Viveros empurrou Maria da Penha da cadeira de rodas e tentou eletrocuta-la no chuveiro. Apesar da investigação ter começado em junho do mesmo ano, a denúncia só foi apresentada ao Ministério Público Estadual em setembro do ano seguinte e o primeiro julgamento só aconteceu 8 anos após os crimes. Em 1991, os advogados de Viveros conseguiram anular o julgamento. Já em 1996, Viveros foi julgado culpado e condenado há dez anos de reclusão mas conseguiu recorrer. Mesmo após 15 anos de luta e pressões internacionais, a justiça brasileira ainda não havia dado decisão ao caso, nem justificativa para a demora. Com a ajuda de Organizações Não Governamentais, Maria da Penha conseguiu enviar o caso para a Comissão Interamericana de Direitos Humanos (OEA), que, pela primeira vez, acatou uma denúncia de violência doméstica. Viveiro só foi preso em 2002, para cumprir apenas dois anos de prisão. O processo da OEA também condenou o Brasil por negligência e omissão em relação à violência doméstica. Uma das punições foi a recomendações para que fosse criada uma legislação adequada a esse tipo de violência. Este foi o início da criação da lei. Em setembro de 2006 a lei 11.340/06 finalmente entra em vigor, fazendo com que a violência contra a mulher deixe de ser tratada com um crime de menor potencial ofensivo. A lei também acaba com as penas pagas em cestas básicas ou multas, além de englobar, além da violência física e sexual, também a violência psicológica, a violência patrimonial e o assédio moral. (Observatório para Implementação da Lei Maria da Penha. Disponível em: www.observe.ufba.br/observatorio. Cf. 22/05/2015).


 Tipos de violência contra a mulher 
  • Violência doméstica – é uma forma de violência entre pessoas que coabitam um determinado espaço. É, também, um abuso físico ou psicológico de um membro de um núcleo familiar em relação a outro, com o objetivo de manter poder ou controle. Esse abuso pode acontecer por meio de ações ou de omissões. A maioria das vítimas desse crime são mulheres. 
  • Violência física - qualquer conduta que ofenda a integridade ou saúde corporal. 
  • Violência psicológica - entendida como qualquer conduta que lhe cause danos emocionais e diminuição da autoestima ou que lhe prejudique e perturbe o pleno desenvolvimento ou que vise degradar ou controlar suas ações, comportamentos, crenças e decisões, mediante ameaça, constrangimento, 10 humilhação, manipulação, isolamento, vigilância constante, perseguição contumaz, insulto, chantagem, ridicularização, exploração e limitação do direito de ir e vir ou qualquer outro meio que lhe cause prejuízo à saúde psicológica e à autodeterminação; 
  • Violência patrimonial - entendida como qualquer conduta que configure retenção, subtração, destruição parcial ou total de seus objetos, instrumentos de trabalho, documentos pessoais, bens, valores e direitos ou recursos econômicos, incluindo os destinados a satisfazer suas necessidades; 
  • Violência moral - entendida como qualquer conduta que configure calúnia, difamação ou injúria. 
  • Violência Sexual - de acordo com a Lei n° 11 340 de 7 de agosto de 2006, mais conhecida como Lei Maria da Penha, violência sexual é qualquer ato sexual não desejado ou a tentativa de obtê-lo por meio da intimidação psicológica ou emocional. E, de acordo com esta Lei, considera-se uma violência sexual contra uma mulher qualquer conduta que: - a constranja a presenciar, a manter ou a participar de relação sexual não desejada; - a induza a comercializar ou a utilizar, de qualquer modo, a sua sexualidade; - a impeça de usar qualquer método contraceptivo ou que a force ao matrimônio, à gravidez, ao aborto ou à prostituição, mediante coação, chantagem, suborno ou manipulação; - limite ou anule o exercício de seus direitos sexuais e direitos reprodutivos. Fonte: Lei nº 11.340, de 7 de agosto de 2006. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2006/lei/l11340.htm. Acesso em 12 de maio de 2015. 
ATIVIDADE PROPOSTA 1


ATIVIDADE PROPOSTA 2

a) Por que é preciso denunciar as situações de violência contra a mulher?

b) Qual o tipo de violência mais comum praticado contra as mulheres? 

c) Quais as consequências destas violências na vida das mulheres? 

d) Como poderíamos repassar as informações sobre a Lei Maria da Penha para nossos/as colegas, amigos/as e familiares?

ATIVIDADE PROPOSTA 3

pós ler o texto  realize a atividade abaixo. Para resolvê-la leia as orientações com atenção. Não esqueça de colocar seu nome completo na atividade. Ao terminar click em “Finish” (finalizar). Depois selecione “Enviar as minhas respostas ao professor” e mandar para o e-mail: angela.boscardin@gmail.com 

Veja na foto abaixo como fazer:


http://www.onumulheres.org.br/wpcontent/uploads/2015/07/valente_aula1_sexo_genero_poder.pdf

quarta-feira, 14 de novembro de 2018

Os piores estados para ser mulher no Brasil

Resultado de imagem para mulheres são assassinadas- desenhoRoraima é o estado onde mais mulheres são assassinadas no país, segundo levantamento do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

De acordo com a pesquisa, a taxa de mortes no estado foi de 11,4 para cada grupo de 100 mil mulheres. O número é quase três vezes maior do que a média do Brasil, de 4,4, e quase cinco vezes maior do que São Paulo, o estado com a menor taxa, de 2,7 mortes para cada 100 mil.

No geral, a proporção de mulheres assassinadas tem crescido nos últimos anos. Segundo o estudo, a taxa de homicídios entre mulheres saltou 7,5% entre 2005 e 2015. Por outro lado, em alguns estados, houve melhora na variação da taxa de violência: São Paulo teve uma redução de 35% nesse período.

No outro extremo do mesmo indicador aparece Maranhão, que teve um aumento de 124,4% na taxa de assassinatos de mulheres.

O outro lado

Em nota enviada a EXAME.com, o governo de Roraima afirmou que a atual gestão estadual “vem atuando de forma incisiva com a implementação de políticas públicas de prevenção e combate à violência contra a mulher”.

Desde março de 2015, segundo o governo do estado, alguns programas foram colocados em prática, como o Ronda Maria da Penha, com viaturas da Polícia Militar e policiais que atuam exclusivamente no atendimento aos casos de violência doméstica, e o Abrigo de Maria, uma casa especial, cujo endereço é mantido sob sigilo, para atender as mulheres em situação de vulnerabilidade, vítimas de violência doméstica ameaçadas de morte e seus dependentes menores de idade.

“A atuação do governo do estado nos últimos dois anos e meio tem contribuído de forma efetiva para a redução dos homicídios de mulheres em Roraima, contudo, esses dados ficaram de fora da pesquisa citada. O governo acredita que no próximo levantamento que for realizado, o Estado terá saído dessa vergonhosa estatística da violência contra a mulher”, diz a nota.

Veja o ranking dos estados mais violentos para as mulheres.
Ranking Estado Taxa por 100 mil mulheres Variação entre 2005-2010
Roraima 11,4 103,80%
Goiás 7,5 64,60%
Mato Grosso 7,3 13,90%
Rondônia 7,2 14,10%
Espírito Santo 6,9 -18,50%
Pará 6,4 81,80%
Tocantins 6,4 95,40%
Sergipe 6 117,40%
Amazonas 5,9 98,60%
10º Ceará 5,6 64,60%
11º Alagoas 5,4 17,20%
12º Paraíba 5,3 61,20%
13º Rio Grande do Norte 5,1 95,50%
14º Rio Grande do Sul 4,9 28,60%
15º Bahia 4,9 65,10%
16º Pernambuco 4,8 -25,30%
17º Amapá 4,7 -5,70%
18º Acre 4,7 22,20%
19º Rio de Janeiro 4,4 -28,80%
20º Mato Grosso do Sul 4,3 -27,10%
21º Paraná 4,3 -6,30%
22º Maranhão 4,2 130,00%
23º Piauí 4,1 62,40%
24º Minas Gerais 3,9 1,80%
25º Distrito Federal 3,8 -1,10%
26º Santa Catarina 2,8 25,30%
27º São Paulo 2,4 -35,40%

fonte: https://exame.abril.com.br/brasil/os-piores-estados-para-ser-mulher-no-brasil/

ATIVIDADE PROPOSTA:

Monte o mapa do Brasil com os Estados representando os dados da tabela acima. Em seguida pinte:

  • DE AMARELO os índices entre 4,51 a 5,49
  • DE VERMELHO os índices maiores que 6,50
  • DE AZUL os índices entre 5,50 a 6,49
  • DE VERDE  os índices igual ou menor a 4,50
ATIVIDADE EXTRA

terça-feira, 13 de novembro de 2018

Fábula da ratoeira

uma reflexão sobre omissão e solidariedade

Imagem relacionadaAs fábulas têm um incrível poder de fazer com que a gente reflita de forma desarmada sobre situações que passamos em nosso cotidiano. Nesta fábula podemos refletir sobre como nossas omissões e nossa falta de sensibilidade política podem nos prejudicar.

Um rato olhando pelo buraco da parede, viu o fazendeiro e a mulher abrindo um pacote.
Ao descobrir que era uma ratoeira, ficou aterrorizado. Correu ao pátio advertindo a todos:- Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira na casa!
A galinha disse:- Desculpe – me, Sr. Rato. Eu entendo que isso seja um grande problema para o senhor, mas não me prejudica em nada, não me incomoda.
O rato foi até o porco e lhe disse:
– Há uma ratoeira na casa!
– Desculpe – me, Sr. Rato, disse o porco. Mas, não há nada que eu possa fazer, a não ser rezar. Fique tranqüilo. O senhor será lembrado em minhas preces.O rato dirigiu – se, então, à vaca. Ela, num muxoxo, disse:
– Uma ratoeira? Isso não me põe em perigo…
Então, o rato, cabisbaixo, voltou para a casa para encarar a ratoeira. E naquela noite, ouviu – se um barulho!
Meu Deus, era a ratoeira pegando sua vítima! A mulher do fazendeiro correu para ver o que estava lá. No escuro, ela não viu que a ratoeira havia pego a cauda de uma cobra venenosa. E a cobra picou a mulher…
O fazendeiro a levou imediatamente ao hospital. Ela voltou com febre.
E para alimentar alguém com febre, nada melhor que uma canja de galinha. O fazendeiro pegou seu cutelo e foi providenciar o ingrediente principal.
Como a doença da mulher continuava, os amigos vieram visitá-la. Para alimentá-los, o fazendeiro matou o porco.
A mulher não melhorou e acabou morrendo. Muita gente foi ao funeral. Para alimentar todo aquele povo, o fazendeiro, então, sacrificou a vaca.

Fábula da Ratoeira – Moral da História 

Na próxima vez que você ouvir dizer que alguém está diante de um problema e acreditar que o problema não lhe diz respeito, lembre – se que, quando há uma ratoeira em casa, toda a fazenda corre risco!
Ou seja, em uma comunidade, o problema de um é problema de todos.
ATIVIDADE PROPOSTA 1





ATIVIDADE PROPOSTA 2

Após ler o texto realize a atividade abaixo. Para resolvê-la leia as orientações com atenção. Não esqueça de colocar seu nome completo na atividade. Ao terminar click em “Finish” (finalizar). Depois selecione “Enviar as minhas respostas ao professor” e mandar para o e-mail: angela.boscardin@gmail.com

Veja na foto abaixo como fazer:


fonte:cafecomsociologia.com/fabula-ratoeira-ensinando-politica-criancas/http://educacao.diadema.sp.gov.br/educacao/attachments/article/1395/CADERNO%20DE%20ATIVIDADES%206%20-%205%C2%AA%20S%C3%89RIE.%20%2023.pdf