segunda-feira, 13 de abril de 2015

A didática da Lei Seca


Conteúdo: Lei Seca
Objetivo: Promover uma conscientização mais eficaz em relação à temática “Direção e álcool”.

 EXERCÍCIOS PROPOSTOS
Resultado de imagem para lei seca1- Qual o objetivo da “Lei Seca ao volante”?
2- Por que a lei está mais rígida?
3- Quais as sanções previstas aos infratores?
4- Quanto se pode beber antes de dirigir?
5- De que maneira é realizado o teste de embriaguez?
6- Depois de beber, em quanto tempo o condutor está novamente apto a dirigir?
7- Quais os sinais indicativos de um condutor embriagado?
8- O condutor é obrigado a soprar o bafômetro?

Acesse o site abaixo: 


Assistam o vídeo a seguir:





Resultado de imagem para tema: alcool e direçãoATIVIDADES EXTRAS: Promulgada em 2008, a lei seca tem como objetivo reduzir os acidentes provocados por motoristas embriagados, endurecendo as punições contra quem bebe antes de dirigir. Diante do exposto desenvolva um produção textual de acordo com o TEMA: Álcool e direção: combinação fatal



quinta-feira, 9 de abril de 2015

Valor de uso, valor de troca e o fetiche da mercadoria

“Uma coisa pode ser valor de uso sem ser valor. (...). Uma coisa pode ser útil e produto do trabalho humano sem ser mercadoria. Quem, com seu produto, satisfaz a própria necessidade gera valor de uso, mas não mercadoria. Para criar uma mercadoria, é mister não só produzir valor de uso, mas produzi-lo para outros, dar origem ao valor de uso social”

Resultado de imagem para mercadoria- desenhoDe acordo com Marx o valor é definido pelo tempo de trabalho socialmente necessário à produção de uma mercadoria, através desse valor é possível efetuar a troca. Troca-se produtos de acordo com o tempo de trabalho despendido para que a mercadoria se realizasse (tempo de trabalho socialmente necessário à produção de uma mercadoria).

Porém para que algo seja aceito, e se torne uma mercadoria, é necessário que tenha valor de uso. De nada adianta possuir um produto que seja valor sem ser valor de uso, pois esse produto jamais seria aceito por terceiros, já que não possui utilidade alguma.

Marx também cita casos de “coisas” que possuem valor de uso, mas não são valor, como é o caso do oxigênio, que é de extrema importância para a vida (tem um grande valor de uso) e não possui nenhum valor, já que este não é negociado (1). Outros exemplos de “coisas”, dadas pelo autor, que não possuem valor, mas possuem valor de uso são: As matas não cultivadas, a água, o solo virgem, os gramados naturais, são todas “coisas” em que a utilidade não é medida em trabalho.

Para que um determinado produto vire mercadoria é preciso produzir valor de uso para os outros. Porém o valor de uso não é o único determinante para que um produto vire mercadoria. Para que algum produto torne-se mercadoria é preciso que este, além do valor de uso, seja transferido para outro indivíduo através da troca, assim dessa maneira o produto se tornaria uma mercadoria.

Podemos concluir que de acordo com Marx para que algo se torne mercadoria são necessários três fatores. Que tenha valor e valor de uso (para terceiros e não somente para quem a produziu), gerando assim um valor de uso social e por ultimo que seja passada adiante por meio da troca, tornando-se assim uma mercadoria.

Fetichismo da Mercadoria
Resultado de imagem para fetichismo da mercadoria- desenhoEm O Capital Karl Marx falava sobre o fetiche da mercadoria. Com a sociedade se tornando capitalista, a riqueza assume a forma de “coleção de mercadorias”, sendo esta objeto externo ao ser que satisfaz suas necessidades, tanto físicas quanto espirituais. A mercadoria tem utilidade, é produto do esforço humano e tem valor de uso. O Fetiche da Mercadoria é onde esta passa de objeto de uso e torna-se objeto de adoração pelas massas. O individuo compra aquilo que o objeto significa e não o objeto em si. 

Esta relação pode ser explicada através do grande consumismo dos nossos dias. O compradores muitas vezes se apropriam de uma mercadoria com a intenção de mostrar aos outros que o possui e não por realmente precisar dele. 

Essa grande adoração, na moda, geralmente se dá pela veneração à marcas e produtos de luxo. Muitas vezes o indivíduo, mesmo não podendo, sacrifica-se para poder possuir determinado carro, roupa, acessório etc. 

A sociedade está cada vez mais empenhada no ter para ser. Se antes uma habilidade tornava alguém especial em seu grupo, hoje é aquilo que possui. 

Resultado de imagem para sapatos- desenhoO consumismo excessivo acaba por passar uma imagem negativa sobre a moda. Invés de símbolo cultural e de inovações, esta passa cada vez mais a instalar a imagem de fútil, inútil e capitalista. Talvez este seja o sentimento que caracterizará a moda atualmente: adoração de marcas e mercadorias. Mas não podemos deixar de esquecer seu significado primordial: expressar ideias, significados, identificar uma cultura.

fonte: http://novaspensatas.blogspot.com.br/2010/07/o-que-entre-outras-coisas-mostra-ilusao.html
http://exerciciosobremoda.blogspot.com.br/2012/06/o-fetiche-da-mercadoria.html

ATIVIDADE PROPOSTA:

Resultado de imagem para consumismo
1º Momento

Realizar a leitura do texto em seguida esquematize o mapa conceituais.


2º Momento

A economia mundial está baseada na obtenção do lucro; e para alcançar tal objetivo as empresas submetem a sociedade ao “vale-tudo” capitalista, no qual consumir é o primeiro mandamento.Comprar o necessário não condiz com o novo modelo econômico que supervaloriza o status e a aparência em detrimento do essencial. O valor do caráter humano deu lugar à superficialidade presente nas marcas das roupas e nos preços dos carros. Gradativamente, o próprio homem tornou-se um produto da ditadura do consumo. Pessoas felizes, bonitas e satisfeitas fazem parte dos anúncios publicitários, a fim de plantar nos receptores a vontade de comprar e de usufruir da mesma alegria. Diante do exposto desenvolva um produção textual de acordo com o TEMA: A sociedade está cada vez mais empenhada no ter para ser.


quarta-feira, 8 de abril de 2015

Alienação e a Mais Valia

Resultado de imagem para alienaçãoA palavra alienação vem do Latim “alienus”, que significa “de fora”, “pertencente a outro”. Em português utilizamos a palavra alheio. Na Sociologia ser alienado é estar alheio aos acontecimentos sociais, ou achar que está fora de sua realidade. É não se reconhecer como agente produtor da História. 

Karl Max em sua obra Manuscritos econômico-filosóficos, de 1844, utilizou a palavra para designar o estranhamento do trabalhador com o produto do seu trabalho, ou seja, o trabalhador não mais dominando todas as etapas de fabricação e não possuindo os meios de produção para tal, acaba não se reconhecendo no produto produzido. O produto passa a ser visto sem ligação com seus produtores (ao ver um artesanato surge quase sempre a pergunta: quem fez? O mesmo não ocorre com os produtos industrializados).

Karl Marx reconhece na era moderna e em suas novas formas de produção grande responsabilidade pela alienação do homem. Quando o trabalho fica cada vez mais especializado e dividido, o trabalhador fica de tal forma afastado daquilo que produz, que é incapaz de reconhecer-se no produto final de seu esforço.

Resultado de imagem para alienaçãoDessa forma, o que era antes um homem, acaba por tornar-se apenas uma máquina repetidora dos mesmos esforços, e cada vez mais em busca de possuir capital, num sistema onde é muito comum que esse trabalhador não tenha sequer acesso ao produto de seu próprio trabalho. Assim, o que inicia com uma divisão do trabalho, acaba por configurar-se também como uma divisão social. Esse tipo de organização e essa configuração do mundo do trabalho foram essenciais para o desenvolvimento da sociedade capitalista nos moldes como conhecemos hoje.

 Mais-valia:

Mais-valia é uma expressão do âmbito da Economia, criada por Karl Marx que significa parte do valor da força de trabalho dispendida por um determinado trabalhador na produção e que não é remunerado pelo patrão. Também pode ser classificada como o excesso de receita em relação à despesas.

Resultado de imagem para mais valiaA força de trabalho de um trabalhador (considerada também como uma mercadoria por Marx) possui o mesmo valor que o tempo que o trabalhador precisa para produzir o suficiente para receber o seu salário e garantir a subsistência da sua família. Apesar disso, muitas vezes o valor desse tempo é menor que a quantidade de força de trabalho total. A diferença entre esses dois valores é conhecida como mais-valia.

Esta teoria marxista é uma clara crítica em relação ao capitalismo, indicando a exploração capitalista dos trabalhadores, pois os salários pagos eram uma pequena porcentagem do valor equivalente ao que era produzido. Esta teoria foi usada por vários membros do proletariado com o objetivo de receberem melhores salários.
Pode também ser qualificada como a diferença entre o salário recebido por um funcionário e o valor do trabalho que produziu.

Em um sentido não relacionado com a Economia, mais-valia pode indicar algo ou alguém que é valioso, representando uma vantagem. Ex: Ele é um excelente jogador, é uma verdadeira mais-valia para o seu time.


Mais-valia relativa e absoluta

Vejamos o seguinte exemplo: em uma indústria têxtil, um trabalhador precisa apenas de 4 horas por dia para produzir bens no valor do seu salário mensal. Assim, partindo do princípio que a jornada diária de trabalho tem 8 horas, em um mês com 22 dias de trabalho, o trabalhador precisa apenas de 11 dias para produzir o valor equivalente ao seu salário. Apesar disso, ele não pode trabalhar apenas 11 dias por mês ou 4 horas por dia, e deve continuar produzindo. O lucro obtido com o seu trabalho nas restantes horas vai para o seu patrão e é designada como mais-valia. De acordo com Marx, este exemplo designa a mais-valia absoluta.
Resultado de imagem para mais valia
A mais-valia relativa remete para o aumento da produtividade através de processos tecnológicos avançados. Isso significa que novas máquinas melhoram o processo de produção, sendo que é possível produzir mais bens em menos tempo, aumentando o lucro. Desta forma, o salário do trabalhador fica pago em ainda menos dias.

As duas mais-valias conferem lucro aos empregadores através de formas diferentes: a mais-valia absoluta através da extensão das horas de trabalho (mantendo o mesmo salário), enquanto a mais-valia relativa reduz o valor da força de trabalho.

fonte: http://www.significados.com.br/mais-valia/

ATIVIDADE PROPOSTA


ATIVIDADE DE REVISÃO

Estereótipo

O que é estigma? No dicionário Aurélio estigma tem seu significado relacionado à marca, sinal e cicatriz. A palavra estigma historicamente tem origem na Grécia Antiga e refere-se a uma marca, feita por meio de um corte ou queimadura no corpo de escravos, criminosos e traidores. Essa marca tinha como o objetivo fazer com que toda a sociedade pudesse identificar essas pessoas e evitar o convívio com elas já que, as pessoas com estas marcas eram consideradas inferiores e, por isso, deviam ser excluídas da sociedade.


Hoje em dia, esta prática seria considerada um crime! Um sociólogo chamado Erfing Goffman, na década de 1960, observando que determinados indivíduos e grupos não eram tratados igualmente na sociedade, utilizou o termo estigma para mostrar como nossa sociedade diferencia e marca indivíduos e grupos que tem atitudes e comportamentos fora dos padrões socialmente estabelecidos. Em seus estudos, ele observava que pessoas e grupos que não estivessem dentro do que a sociedade considera comum ou “normal”, eram de certa forma “marcadas” socialmente.

Obviamente, não como acontecia na Grécia Antiga quando as marcas eram cicatrizes ou queimaduras. Na sociedade moderna as marcas eram de outros tipos.


O processo de marcar as pessoas que não estão de acordo com os padrões sociais estabelecidos, chamamos de estigmatização. Para Goffman, o indivíduo marcado, ou melhor, estigmatizado é visto como alguém inferior e, por isso, este estigma produz um descrédito na vida desta pessoa que pode ter diversas qualidades positivas que ficam “escondidas” pelo estigma negativo. Vamos tentar compreender melhor como este processo de estigmatização acontece?

O processo de estigmatização acontece principalmente pela produção social de estereótipos. Estereótipos são “rótulos” que atribuímos a determinados indivíduos e grupos antes mesmo de conhecê-los realmente. Na sala de aula, por vezes, podemos perceber esse processo de colocar rótulos quando separamos o grupo dos “nerds”, dos “bagunceiros”, das “patricinhas” entre outros. Na verdade, no nosso cotidiano, colocamos rótulos nas pessoas e grupos frequentemente. Por vezes, somente pelo modo como a pessoa se veste ou pelas pessoas com quem anda, ou ainda pelo local onde mora, mesmo sem conhecermos esta pessoa, colocamos um rótulo na mesma. Mas, qual o problema desta atitude, ou melhor, quais as consequências do processo de estigamatização de indivíduos e grupos?

Estigmatizar pessoas e grupos pode criar barreiras sociais que impedem a interação entre as pessoas. Além disso, as pessoas estigmatizadas, isto é, marcadas negativamente podem se sentir inferiorizadas e excluídas da sociedade. Estas atitudes podem também levar ao preconceito e a discriminação.


ATIVIDADES PROPOSTAS: 

Após ler o texto realize a atividade abaixo. Para resolvê-la leia as orientações com atenção. Não esqueça de colocar seu nome completo na atividade. Ao terminar click em “Finish” (finalizar). Depois selecione “Enviar as minhas respostas ao professor” e mandar para o e-mail: angela.boscardin@gmail.com

Veja na foto abaixo como fazer:

Estereótipo, an interactive worksheet by angelasenatore
liveworksheets.com
fonte: https://mc.jurispro.net/compreender_os_estereotipos.htm
https://cediumamadeira.wixsite.com/cediuma/autorreguladas